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Património Imersivo · Lisboa 2026 De 24 a 26 de Setembro
C.HubInnovating heritage and culture

Programa de valorização do território

O programa que transforma pedra em temporada.

O Heritage Alive é um programa de valorização cultural, turística e económica do território que combina gamificação, inteligência artificial e novas tecnologias para transformar o património local em experiências de descoberta. Não é um evento isolado, não é uma aplicação que se instala e se esquece: é um programa de vinte a trinta e seis semanas que lê o território, desenha a programação, activa a temporada e deixa dados e competências no município. A assinatura é simples: transformamos o passado em futuro económico vivo.

Cinco camadas

O que muda para quem visita

  1. 01

    Guia por inteligência artificial

    Responde em várias línguas, a qualquer hora, com a voz e a narrativa assinadas por quem conhece o lugar. A inteligência artificial trata do encaminhamento, das línguas e do jogo; a narrativa é humana.

  2. 02

    Rotas gamificadas

    Percursos com desafios, pistas e recompensas no comércio local, para famílias, escolas e viajantes que querem uma razão para ficar mais uma hora.

  3. 03

    Visita aumentada

    Realidade aumentada e imersiva onde faz sentido: o que já não existe, o que não se vê, o que só se percebe com o edifício a explicar-se.

  4. 04

    Voz da Terra

    As memórias, os poemas e os depoimentos de quem lá vive, gravados e postos no percurso, sessenta segundos de cada vez. É o que distingue o programa de qualquer aplicação.

  5. 05

    Dados para quem decide

    Quem veio, de onde, quando, o que viu, quanto tempo ficou. Relatórios simples para o executivo municipal e para a direcção do museu.

Os cinco passos

  1. 0

    Prova de conceito

    Um elemento patrimonial à escolha do município, para ver antes de decidir.

  2. 1

    Diagnóstico

    Inventário do património e da programação existente, públicos, parceiros, ciclo orçamental.

  3. 2

    Desenho

    O programa: narrativa, rotas, calendário, parceiros locais, plano de comunicação.

  4. 3

    Activação

    A temporada acontece: guia, rotas, eventos-âncora, formação das equipas locais.

  5. 4

    Medição e legado

    Resultados, dados, o que fica no município e o que continua sem nós. Um ano de apoio depois do lançamento.

Em implementação

Provas de conceito, testes e estudos.

Mostramos o que já se pode mostrar. As implementações em curso aparecem sem localização até o município as tornar públicas: por agora, são uma vila do interior de Portugal.

  • Ecrã de telemóvel com um ponto do Pena Viva: o número do altar, o título, a invocação e o texto

    · Prova de conceito · em curso

    Pena Viva, Lisboa

    Doze pontos numa igreja com culto: em cada altar, a leitura técnica, iconográfica e hagiográfica, um poema e o órgão da própria igreja. É o primeiro ponto Voz da Terra.

    Experimentar no telemóvel

  • Maqueta de um painel de dados com visitantes, permanência, vales trocados e percursos mais feitos, com dados ilustrativos

    · Maqueta · dados ilustrativos

    Painel do território

    Quem veio, de onde, quanto tempo ficou, que percurso fez e o que deixou no comércio, semana a semana, para o executivo municipal.

  • Maqueta de um guia por inteligência artificial num telemóvel, a responder em inglês e em português

    · Teste em curso

    Guia por inteligência artificial

    Um guia em várias línguas que só responde com textos validados pelo município, e que diz quando não sabe. Em teste numa vila do interior de Portugal, antes de abrir ao público.

  • Maqueta de um passaporte digital com quatro de seis carimbos de uma rota para famílias

    · Conceito

    Rota gamificada com passaporte

    Seis pistas nos monumentos, um carimbo por cada uma, e no fim um vale no café, na padaria ou no artesão da rua. Pensada para famílias e escolas.

  • Maqueta da capa de um Estudo 360 para uma vila do interior de Portugal, com o índice em seis capítulos

    · Estudo em curso

    Estudo 360

    Diagnóstico demográfico, económico, social e patrimonial, públicos-alvo e rede de promoção, agora numa vila do interior de Portugal. É o ponto de partida de qualquer implementação.

  • Maqueta da vista de um visor de realidade virtual com o tecto pintado de uma igreja nas duas lentes

    · Conceito

    Reconstrução em realidade virtual

    Uma missa do século XVIII, com coro e órgão em som espacial, reconstruída com historiadores. O que já não existe, devolvido ao lugar onde aconteceu.

Níveis

Três níveis, à medida da escala do território e do orçamento municipal.

Investimento sob proposta, depois do diagnóstico. Sem preços de tabela.

FAQ municipal

A quem se dirige?

A municípios, comunidades intermunicipais, museus, paróquias e dioceses, e organismos de turismo com património para mostrar e poucos meios de o mostrar.

Como se contrata?

Por contrato-programa, com objectivos, calendário e indicadores acordados no fim do diagnóstico.

O que fica no município?

Os conteúdos, os dados, as equipas formadas e o programa. A C.Hub não explora o espaço nem a bilheteira.

Substitui os guias e os técnicos?

Não. Trabalha com eles. A tecnologia não substitui a pedra nem as pessoas: desenha-se sobre elas.

Quanto tempo demora?

Entre vinte e trinta e seis semanas, conforme o nível; a prova de conceito pode acontecer nas primeiras semanas.

Óculo da Igreja de Nossa Senhora da Pena

A tecnologia não substitui a pedra. Desenha-se sobre ela.